Autor Tópico: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550  (Lida 3570 vezes)

Offline Paulo Silveiro

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Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« em: 19 de Agosto de 2020, 10:45 »
 Ora aqui está um belo comparativo entre as principais maxiscooters de topo do mercado

https://www.motoservices.com/actualite-scooter/Comparo-Maxi-scooters-la-video-motorlive.htm
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Offline davidsantos

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #1 em: 19 de Agosto de 2020, 11:12 »
Grande duelo ... _palmas_
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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #2 em: 19 de Agosto de 2020, 11:54 »
Pelos vistos, nesta primeira parte do comparativo, máquinas com caraterísticas e preços bem diferentes.
Venha o resto do comparativo. 
Sym Symphony 125s, Honda S-Wing 125, Bmw f650 funduro, Honda cbf 125
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Offline karloxilva

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #3 em: 19 de Agosto de 2020, 12:54 »
Boas!
TMax, versão base: 11.560€; Kymco AK50: 9.935€; MaxSym TL: 8.499€. Comparar?
Porque não um comparativo entre um "BMW Active Tourer", mais de 30.000€, e um "Dacia Duster", 13.000 e tal euros? Afinal são ambos SUV...

Ainda hei-de ver em "Dúvidas na Escolha": "TMax ou MaxSym TL, qual comprar?".
A resposta mais premiada: "Se a Sym meter uma 125 por cima, aproveita" e a mais realista: "Dá uma olhadela à carteira primeiro".
Se alguém for para a Kymco ou para a Sym a pensar na Yamaha será infeliz todos os quilómetros que fizer.
« Última modificação: 19 de Agosto de 2020, 13:43 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes

Offline mpaneves

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #4 em: 19 de Agosto de 2020, 13:19 »
Boas!
TMax, versão base: 11.560€; Kymco AK50: 9.935€; MaxSym TL: 8.499€. Comparar?
Porque não um comparativo entre um "BMW Active Tourer", mais de 30.000€ e um "Dacia Duster", 13.000 e tal euros? Afinal são ambos SUV...

Ainda hei-de ver em "Dúvidas na Escolha": "TMax ou MaxSym TL, qual comprar?".
A resposta mais premiada: "Se a Sym meter uma 125 por cima, aproveita" e a mais realista: "Dá uma olhadela à carteira primeiro".
Se alguém for para a Kymco ou para a Sym a pensar na Yamaha será infeliz todos os quilómetros que fizer.
Estou contigo
Desde que testei a tl sempre disse,comparem com as 400 nao com as outras.
A kymco na prática pode causar suores frios as tmax mas como é a marca que é nao se pode referir,logo ,nao presta,eu próprio por referir 3items melhores numa que noutra, até a marca me cai em cima,resumindo ,tenho pena que tenham as talas nos olhos e nao vejam as coisas como são.
Fazer comparativos ,pelo Menos  em Portugal é muito complicado pois se é feito por quem nada recebe das marcas nao presta, se eles pagam já é bonito e bem feito mas sabem que mais? É pago logo tendencioso.
Por cá as grandes marcas nao gostam de quem faz estes trabalhos independentes e de forma isenta,dizem logo que nao prestam,gostam sim que se diga o que eles querem,que se venda o produto,isto vindo de marcas que têm o total monopólio de mercado é muito bonito de se ver e saber,mas se é assim têm medo de quê? Querem mais ainda? Se os produtos sao de topo,estão no topo de vendas, têm medo das verdades?
.....
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Marco Neves

Offline Paulo Silveiro

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #5 em: 19 de Agosto de 2020, 13:47 »
Boas!
TMax, versão base: 11.560€; Kymco AK50: 9.935€; MaxSym TL: 8.499€. Comparar?
Porque não um comparativo entre um "BMW Active Tourer", mais de 30.000€ e um "Dacia Duster", 13.000 e tal euros? Afinal são ambos SUV...

Ainda hei-de ver em "Dúvidas na Escolha": "TMax ou MaxSym TL, qual comprar?".
A resposta mais premiada: "Se a Sym meter uma 125 por cima, aproveita" e a mais realista: "Dá uma olhadela à carteira primeiro".
Se alguém for para a Kymco ou para a Sym a pensar na Yamaha será infeliz todos os quilómetros que fizer.

Compreendo as tuas observações...mas o comparativo é entre o original e os clones   _careta_
A kymco e a Sym  foram  pensadas, a partir das especificações da Tmax.

Não vou comentar aqui o resultado, a Tmax é a mais cara, mas não a mais potente.. para mim isso não é essencial e concordo contigo quando dizes que se comprasse uma das outras, passaria o resto da vida a pensar na Tmax.  _Rolley_

Mas isso sou eu que, se neste momento da minha vida tivesse a disponibilidade de dar 14.000 euros por ela, nem hesitava. Mas também compreendo que, para outros, seja um disparate dar essa quantia por uma scooter e entenda que a kymco ou a Sym servem para eles.   
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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #6 em: 19 de Agosto de 2020, 14:02 »
Estou contigo
Desde que testei a tl sempre disse,comparem com as 400 nao com as outras.
A kymco na prática pode causar suores frios as tmax mas como é a marca que é nao se pode referir,logo ,nao presta,eu próprio por referir 3items melhores numa que noutra, até a marca me cai em cima,resumindo ,tenho pena que tenham as talas nos olhos e nao vejam as coisas como são.
Fazer comparativos ,pelo Menos  em Portugal é muito complicado pois se é feito por quem nada recebe das marcas nao presta, se eles pagam já é bonito e bem feito mas sabem que mais? É pago logo tendencioso.
Por cá as grandes marcas nao gostam de quem faz estes trabalhos independentes e de forma isenta,dizem logo que nao prestam,gostam sim que se diga o que eles querem,que se venda o produto,isto vindo de marcas que têm o total monopólio de mercado é muito bonito de se ver e saber,mas se é assim têm medo de quê? Querem mais ainda? Se os produtos sao de topo,estão no topo de vendas, têm medo das verdades?
.....

Marco o problema  da kymco não é a falta de qualidade dos produtos, mas sim a falta de uma aposta sólida  na marca, por parte do importador. Relativamente às opiniões dos jornalistas que testaram os modelos, as conclusões que tiraram  refletem que no global a Tmax é um produto com mais qualidade.

Claro que a AK é mais potente, anda mais e tem travões Brembo, mas a Yamaha sempre optou por manter a Tmax na carta A2 e colocar um limitador de rotações que impede que o modelo  desenvolva  para além do limite. No fundo são opções dos fabricantes que, talvez, tenham a ver com a fiabilidade a longo prazo.

Não discuto o design nem dos modelos nem dos quadrantes, mas avaliando todos os aspetos a Tmax, segundo os avaliadores  do teste, ainda está uns furos acima da AK e ainda mais da Sym. Claro que isso paga-se e muito, mas isto é um fenómeno idêntico ao das BMW GS….As Ducati andam mais, são mais desportivas e etc, mas as maiores vendas são para a BMW...talvez por ser um produto mais equilibrado em todos os aspetos.

Marco continua a fazer os testes que eu gosto muito dos ver....abraço _convivio_
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Offline karloxilva

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #7 em: 19 de Agosto de 2020, 14:44 »
mpaneves, (trato-te por "tu" e desejo reciprocidade), isso ultrapassa o que se passa na imprensa que é o "metier" do nosso fórum.
Olhemos para os jornais e a imprensa em geral, incluindo as TV, o que vemos? Publicidade.
A publicidade é que paga as despesas de um órgão de informação. Podia acrescentar-se os assinantes e quem compra esses jornais ou vê esses programas, mas estes últimos têm uma contributo diminuto. Para atalhar caminho,  o que eu quero dizer é que ao invés de uma ditadura que usa um lápis azul para cortar as partes que não lhe são simpáticas, agora temos a ameça do cancelar da publicidade por parte de anunciantes como forma de condicionar a actividade editorial dos órgãos de comunicação.

Se és convidado para testar motas em Barcelona com estadia paga não te sentes em condições de morder a mão que te dá de comer. Basta atentar-se nos ensaios das marcas que optam por não fazer esse tipo de "relações públicas", estes são sempre mais "independentes" e corrosivos. Os primeiros chegam ao escândalo de copiarem "ipsis verbis" o conteúdo dos "press releases" das marcas até ao ponto de vermos vários artigos de opinião em órgãos diferentes de países diferentes que dizem exactamente o mesmo. O jornalismo nada assim...

Antigamente, havia algo que o "Código Deontológico do Jornalista" obriga: cada vez que um profissional se deslocava para um sítio pago por uma ministério ou por uma marca, ele indicava o patrocínio no fim do artigo: "Fulano deslocou-se ao sítio tal a convite da marca/governo X". Quanto mais independente o trabalho do jornalista nesta situação mais respeitado se tornava, e também as marcas/instituições que permitiam essa independência.
Esse bom costume para a transparência foi caindo em desuso, agora chegou-se ao limite do título grosso de um artigo meter lá tudo o possível apenas para vender, o "já a seguir" das TV (à publicidade como não podia deixar de ser) ou, nos tempos da Internet, o apelo enganoso ao clique. Neste particular, já se chegou ao limite de haver gente a viver de "cliques", os chamados "influenciers" da Internet - cada um mais oco e mais produtor de vacuidades que o outro, outra. E reinam entre os fazedores de opinião eaté gosto musical entre os pré-adolescentes e adolescentes. E eu a lembrar-me de um cartaz publicitário de uma escola de ensino de Inglês com um cartaz onde mostrava um "rocker" com o dedo do meio espetado, ou algo assim, perguntando: "Quer que o seu filho aprenda Inglês com ele?"... genial.
O panorama geral: temos de partir do princípio de que a imprensa não é isenta e o que é dito/escrito na Internet não é livre de tendenciosidades. Hoje não há vergonha (para ser correcto e não passar por nostálgico, há menos vergonha), vivemos numa época em que até "respeitáveis" candidatos e partidos políticos criam centenas de perfis falsos para sublinharem o seu apoio, funcionou nos EUA e no Brasil, por cá temos um macaquinho de imitação que faz o mesmo e com a mesma impunidade.
O que sobra? O nosso espírito crítico, a nossa capacidade de discernimento baseada na nossa própria experiência... E Estudo: uma opinião bem formada cria-se a partir da pesquisa de opiniões contrárias, a apreciação da seriedade com que elas são propostas já diz algo delas. Lá está, é sempre subjectivo... Pelo caminho, desconfie-se de profetas de verdades absolutas, não querem que a gente pense querem aumentar o rebanho.

Já me apercebi que caí da mota ao distrair-me com um tema que me interessa. No entretanto, acho que me fiz entender e fico-me por aqui.
Se um administrador do sítio achar que, pior, fui contra um chaparro, e quiser poupar o pessoal ao acidente... afinal isto não é o "correio da manha", certo? [não é de certeza]
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Offline karloxilva

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Re: Comparativo Tmax, Maxym 500 TL e Kymco AK 550
« Responder #8 em: 19 de Agosto de 2020, 16:14 »
Marco o problema  da kymco não é a falta de qualidade dos produtos, mas sim a falta de uma aposta sólida  na marca, por parte do importador. Relativamente às opiniões dos jornalistas que testaram os modelos, as conclusões que tiraram  refletem que no global a Tmax é um produto com mais qualidade.
Claro que a AK é mais potente, anda mais e tem travões Brembo, mas a Yamaha sempre optou por manter a Tmax na carta A2 e colocar um limitador de rotações que impede que o modelo  desenvolva  para além do limite. No fundo são opções dos fabricantes que, talvez, tenham a ver com a fiabilidade a longo prazo.
Não discuto o design nem dos modelos nem dos quadrantes, mas avaliando todos os aspetos a Tmax, segundo os avaliadores  do teste, ainda está uns furos acima da AK e ainda mais da Sym. Claro que isso paga-se e muito, mas isto é um fenómeno idêntico ao das BMW GS….As Ducati andam mais, são mais desportivas e etc, mas as maiores vendas são para a BMW...talvez por ser um produto mais equilibrado em todos os aspetos. [...]

A única coisa em comum entre as três sccoters é o perfil. A Tmax é um produto que surgiu no mercado quando a Suzuki ostentava a Burgamn 650 e a Honda a SWT 600, desde logo marcou porque escolhia outra via. Onde os produtos da Suzuki e da Honda pretendiam um "veículo familiar", dando primado ao conforto, a TMax era uma desportiva, vá lá, uma scooter para "solteiros".
Assim, a Yamaha inaugurou outra vertente das sccoters, aquela que se compara ao desempenho de motas desportivas. Melhor do que as anteriores, não, diferente.

O caso da intromissão da Kymco é diferente, adopta o conceito (adoptar um conceito é diferente de ser "clone" - isso é linguagem para desvalorizar um produto) e mostra que também sabe fazer e a um preço mais ajustado. Era o modelo que lhe faltava para segurar os apetites mais desportivos entre os clientes que começaram nas suas 125, 300, 400...
A Honda por exemplo, foi atrás de outro filão, o perseguido pelas BMW "adventure", e apresenta uma scooter topo de gama que também sai para fora da estrada. E vai perseguir o filão com uma 125. Pelo caminho, é notório, ficou o conceito das scooters de média cilindrada 400 e 600 "à la" SWT.

A própria Suzuki deixará o seu ícone Burgman 650 cair mercê dos novos gostos do mercado. A B400 actual, por exemplo, já só remete para uma vaga ideia do conceito que a tornou a primeira maxiscooter.

A Sym, teve mais êxito do que a Kymco em Portugal apenas porque chegou primeiro e foi representada por um distribuidor já firmado noutras marcas (Suzuki), mas como marca tem menos presença internacional que a rival e conterrânea. Se a Kymco tivesse surgido por cá com o mesmo afinco que em Espanha, a maior parte de nós não se teria iniciado em Sym GTS mas em Kymco Downtown...
A Sym também quis entrar no negócio das scooters com aspecto desportivo e fez surgir a TL. Mas só alguém muito distraído pode comparar o modelo com uma TMax. A TL, concordo com o mpaneves, é um modelo para concorrer com todas as 400 do mercado através da sua "artilharia". Pelo preço e pelo que oferece, é um acrescento à sua gama e vale pelo que valer nos próximos tempos de uso diário - o nosso mercado é tão curto que não permite desembolsar 8.500€ por um produto que ainda não mostrou a sua valia, já que as "revistas de imprensa" valem o que valem - o espremer de uma scooter ainda na rodagem para ver o que dá, poupem-me!. E, repare-se, o seu preço é exactamente igual ao da nova Suzuki B400 (acreditem, eu fui ver).
Agora: entre uma B400, ou uma Forza (a 350 que se adivinha aí), e uma Sym com mais cavalos e arcaboiço, bem testada pelo uso e tornada valor viável, quem iria escolher uma Suzuki ou uma Honda?
Quanto ao resto, na minha opinião (é apenas uma opinião) a Yamaha é a marca com mais qualidade de construção em todas as gamas de scooters. Mas aquilo que se paga não é só a qualidade. É nessa diferença que merece a pena olhar para as outras marcas e apreciar as motas que produzem pelo que são e não pelo logótipo. Isto se se quiser comprar apenas uma mota.
« Última modificação: 20 de Agosto de 2020, 10:33 por karloxilva »
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." René Descartes