Autor Tópico: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3  (Lida 2504 vezes)

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Offline NunoMM

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #25 em: 12 de Janeiro de 2018, 23:16 »
   Caros colegas,

   Isto não faz sentido juridicamente, nem tem bom senso, nem contribui para a segurança rodoviária.
   A única coisa que interessa a esta gente é o dinheiro........

   Continuação de bons kms para todos.
Todas as grandes viagens começam com um pequeno passo.

Offline mena_oliveira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #26 em: 13 de Janeiro de 2018, 07:12 »
E as motas de 3 rodas como as mp3 com travao de pe? Tb vou ter q tirar a carta se a lei for para a frente? Optei por tirar o curso defensivo de condução de mota pela escola da Honda.
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Offline scarreira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #27 em: 13 de Janeiro de 2018, 10:51 »
E as motas de 3 rodas como as mp3 com travao de pe? Tb vou ter q tirar a carta se a lei for para a frente? Optei por tirar o curso defensivo de condução de mota pela escola da Honda.

curso defensivo não é carta de condução, é uma opção tua...
então não é um motociclo ou agora já só conta como triciclo (pk convém)?!
não entendi essa pergunta das 3 rodas? podes simplificar onde queres chegar com a  pergunta?
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Offline nsbarros

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #28 em: 13 de Janeiro de 2018, 10:51 »
Ando de 125 há pouco mais de 3 anos. Quando comprei a scooter achei que devia ter umas aulas e gastei (investi?) 90 euros em 5 aulas numa escola de condução. Só se aproveitou o facto de aprender a meter mudanças numa mota, que entretanto desaprendi pois tenho uma scooter!
Aprendi a andar (curvar) de mota a ver vídeos no youtube!!! Lamento mas muito tem de ser mudado nas escolas de condução para a ideia do ministro ter cabimento...
Quanto às estatísticas de acidentes, com números absolutos, também eu posso tirar conclusões rápidas. O ministro esqueceu-se que no ano passado bateu-se um record na venda de motociclos. Com mais motociclos a circularem, é normal que os acidentes com motociclos aumentem. Vou tentar construir uma tabela com o parque de motociclos em cada ano e o respetivo número absoluto de acidentes e depois conversamos. Suspeito que, em termos relativos, a situação até seja simpática para os motociclistas. Depois faço uma atualização a este post.

Conforme prometido, andei "à cata" de dados.


Parque automóvel seguro - motociclos (retirado do site da Autoridade de Seguros de Portugal - http://www.asf.com.pt), o valor de 2017 é uma estimativa minha com base na venda de motociclos > 50cc em 2017 (site http://www.autoinforma.pt):
2006 - 164.763; 2007 - 182.809; 2008 - 190.381; 2009 - 197.745; 2010 - 213.654; 2011 - 213.301; 2012 - 220.344; 2013 - 228.739; 2014 - 235.133; 2015 - 252.825; 2016 - 280.412; 2017 - 305.225
Vítimas a 30 dias (condutores e passageiros) segundo a categoria de veículo - motociclos (relatórios anuais de sinistralidade rodoviária - www.ansr.pt), os valores de 2017 são até novembro e dizem respeito a vítimas a 24 horas:
Total de vítimas: 2006 - 4.017; 2007 - 4.104; 2008 - 3.798; 2009 - 3.788; 2010 - 3.864; 2011 - 3.830; 2012 - 3.789; 2013 - 3.777; 2014 - 4.037; 2015 - 4.609; 2016 - 4.881; 2017 - 5.547
Vítimas mortais: 2006 - 120; 2007 - 127; 2008 - 102; 2009 - 102; 2010 - 126; 2011 - 107; 2012 - 104; 2013 - 78; 2014 - 91; 2015 - 73; 2016 - 59; 2017 - 87

Com base nestes dados, calculei dois indicadores:
1) Total de vítimas por 1.000 motociclos segurados: 2006 - 24,4; 2007 - 22,4; 2008 - 19,9; 2009 - 19,2; 2010 - 18,1; 2011 - 18,0; 2012 - 17,2; 2013 - 16,5; 2014 - 17,2; 2015 - 18,2; 2016 - 17,4; 2017 - 18,2
2) Vítimas mortais por 1.000 motociclos segurados: 2006 - 0,73; 2007 - 0,69; 2008 - 0,54; 2009 - 0,52; 2010 - 0,59; 2011 - 0,50; 2012 - 0,47; 2013 - 0,34; 2014 - 0,39; 2015 - 0,29; 2016 - 0,21; 2017 - 0,29

Conclusões:
1) Desde 2010 que o total de vítimas face ao parque de motociclos tem-se mantido estável (entre 16,5 e 18,2 vítimas por 1.000 motociclos). É verdade que há um ligeiro aumento relativamente a 2016 (de 17,4 para 18,2) mas o indicador em 2017 apresentou o mesmo valor em 2015. Aqui sim, pode-se justificar que o aumento, de 2016 para 2017, seja por causa do bom tempo que provavelmente originou mais viagens de motociclos;
2) Desde 2006 que há uma redução sistemática do número de vítimas mortais por 1.000 motociclos segurados (0,73 mortes por 1.000 motociclos em 2006 para 0,21 mortes em 2016). Mais uma vez, é verdade que em 2017 o indicador sobe para 0,29 (o mesmo valor de 2015), mas em 2010 e 2014 morreu-se mais que em 2017 e não me lembro de tanto alarido feito pelo Governo ou pela comunicação social.

Desafio outros companheiros a analisarem esta informação e a metodologia usada.
Já li aqui no fórum que estas notícias são uma forma de preparar a opinião pública para a adoção de determinadas políticas polémicas. Não querendo ir tão longe, sou da opinião que o Ministro e outras instituições (ACP, PRP, etc.) estão mal informados e estão a cometer o erro de tirar conclusões precipitadas com base numa análise simplista dos dados. Só para saberem, levei 2 horas e meia a procurar e compilar estes dados. Dá trabalho mas podemos tomar melhores decisões no futuro.
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Offline Paulo Renato Ferreira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #29 em: 13 de Janeiro de 2018, 11:01 »
Todo este problema da sinistralidade em Portugal tem que ser analisado em várias vertentes, algumas delas já foram aqui destacadas, daqui o meu modesto contributo para a discussão em apreço.

Carta de condução para quem conduz 125cc:
Eu não sei se só o facto de se tirar uma carta de condução, apesar de habilitar para a mesma, vai reduzir a sinistralidade mas, uma coisa é certa, não é uma carta de condução que atribui seja a quem for for aspectos por demais importantes, como o civismo, o bom senso de adaptar a condução às diferentes condições, o espirito aberto para uma constante aprendizagem, não é de certeza.
Por outro lado e falando contra mim, penso que o ter uma carta de condução de ligeiros não pode, só por si, habilitar alguém a conduzir conscientemente um motociclo. Uma coisa não tem a ver com outra.
Não teria lógica que, a contrario, quem tivesse carta de motociclo, pudesse só por isso ficar habilitado a conduzir um automóvel ligeiro, ainda que só até uma determinada cilindrada.

Penso que deve haver formação, sem dúvida alguma, mas se calhar essa formação, se houvesse honestidade política dos diversos intervenientes, poderia passar pelas marcas, pelos stands e não pelas Escolas de Condução.
Eu, antes de comprar a minha primeira scooter, paguei na HM em Algés, uma hora, a um instrutor do próprio stand, para me situar e me dar algumas linhas orientadoras, depois, aluguei a mesma scooter durante o resto do dia e depois comprei a scooter. O resto aprendi aqui no CPM com uma leitura atenta de tudo o que de muito bom é aqui transmitido e pelos ensinamentos que fui tendo com o contacto com os membros mais antigos nos diferentes encontros do CPM.
Houve e continua a haver ums constante aprendizagem e actualização.

Inspecção obrigatória:
Se... atenção que eu comecei com a palavre SE.
Se tudo for feito com honestidade, e tenho que partir da presunção que devendo ser feito, o é; concordo que todos os veículos que circulam nas estradas devem ser inspecionados, Todos (excluo as carroças, senão qualquer dia veríamos uma fila de burros há porta da Controlauto para inspecção veterinária, desculpem-me o àparte)
Não estou a dizer que as inspecções são bem feitas.
Não estou a dizer que os preços são os mais adequados.
Não estou a dizer que concorde com as periodicidades.
Estou a dizer que concordo que haja inspecções a todos os veículos que circulam nas estradas, com moldes honestos e adaptados às diferentes realidades.
Concordo pois com as inspecções aos motociclos, independentemente da cilindrada. Por que é que uma 250cc tem que ir à inspecção e uma 50 ou 125cc, não?
Quanto aos custos por que não deduzir a 100%, em sede de IRS, os custos com as inspecções? Era menos um argumento para quem é contra as inspecções.

Outras vertentes a desbravar:
- Será o fim das 125cc, se a carta for obrigatória, comprar por comprar compra-se uma 300 ou 400 e não uma 125cc. Isto só fará com que as velocidades de circulação aumentem. É isto que vai fazer dimiinuir a sinistralidade? Não me parece.
- Para os stands, para as marcas, vai haver uma redução drástica de vendas, se uns vão para cilindradas mais altas, outros, acabam por não comprar nenhuma
- E as empresas de aluguer de scooters, falências ou reconversões à vista.

Vou para já, terminar esta minha intervenção, que sinto incompleta, mas é um pequeno contributo, deixando no ar uma questão que desconheço: e a nível Europeu, como são as coisas? Haverá alguma Directiva Comunitária que nos oriente nesta nossa preocupação?

Sejamos todos os intervenientes intelectualmente honestos para em consciência TODOS contribuirmos com a nossa quota-parte para a diminuição da sinistralidade em Portugal, mas com medidas eficazes...




Offline mena_oliveira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #30 em: 13 de Janeiro de 2018, 12:07 »
curso defensivo não é carta de condução, é uma opção tua...
então não é um motociclo ou agora já só conta como triciclo (pk convém)?!
não entendi essa pergunta das 3 rodas? podes simplificar onde queres chegar com a  pergunta?

Sei perfeitamente que o curso que fiz foi opção minha e nao é como a carta de condução de mota. Mas a mp3 500 tem travão de pé e por isso se pode conduzir com carta de carro. Pelo menos ate a lei sair. Nao fui uma inconsciente como muitos que andam de motas de 125 e so porque podem andam de mota de qualquer maneira e sem proteções e afins achando-se os maiores no transito
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Offline RogerNeto

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #31 em: 13 de Janeiro de 2018, 13:00 »
Viva

O Governo devia de se preocupar com o estado das estradas e vias por onde todos circulamos e todos os dias somos confrontados com armadilhas, que para nós das duas rodas nos podem mandar ao tapete.  _corado_
Pagamos e bem para a boa conservação das nossas estradas.  >:(
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Offline davidsantos

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #32 em: 13 de Janeiro de 2018, 14:11 »
Será constitucional obrigarem que já tem tem 125cc ir tirar a carta ?? ou será para quem ter 125 a partir de determinada data ?

E os gajos que teem carta de carro e que conduzem mal á brava esses vão tirar o quê ?

Offline scarreira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #33 em: 13 de Janeiro de 2018, 14:27 »
... a mp3 500 tem travão de pé e por isso se pode conduzir com carta de carro. Pelo menos ate a lei sair...

pensei que a classificação motociclo/triciclo não tivesse nada a haver com veiculo automóvel...

desconhecia essa parte da lei  _corado_  :-? _Rolley_

já agora onde está isso escrito, para me actualizar _reg_?

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Offline Mariotuga

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #34 em: 13 de Janeiro de 2018, 14:38 »
pensei que a classificação motociclo/triciclo não tivesse nada a haver com veiculo automóvel...

desconhecia essa parte da lei  _corado_  :-? _Rolley_

já agora onde está isso escrito, para me actualizar _reg_?


A MP3 Touring é a única scooter no mundo acima de 125 cc que pode ser conduzida por titulares de carta de condução de automóveis ligeiros, já que inclui uma série de modificações, necessárias à sua homologação, como por exemplo, uma faixa frontal de 465 mm ou o sistema de travagem integral, que premite que ambos os travões, dianteiros e traseiros, sejam acionados simultaneamente através de um pedal de travão adicional sobre o apoio para os pés.
Mário Oliveira

Offline las125

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #35 em: 13 de Janeiro de 2018, 15:09 »
Conforme prometido, andei "à cata" de dados.


Parque automóvel seguro - motociclos (retirado do site da Autoridade de Seguros de Portugal - http://www.asf.com.pt), o valor de 2017 é uma estimativa minha com base na venda de motociclos > 50cc em 2017 (site http://www.autoinforma.pt):
2006 - 164.763; 2007 - 182.809; 2008 - 190.381; 2009 - 197.745; 2010 - 213.654; 2011 - 213.301; 2012 - 220.344; 2013 - 228.739; 2014 - 235.133; 2015 - 252.825; 2016 - 280.412; 2017 - 305.225
Vítimas a 30 dias (condutores e passageiros) segundo a categoria de veículo - motociclos (relatórios anuais de sinistralidade rodoviária - www.ansr.pt), os valores de 2017 são até novembro e dizem respeito a vítimas a 24 horas:
Total de vítimas: 2006 - 4.017; 2007 - 4.104; 2008 - 3.798; 2009 - 3.788; 2010 - 3.864; 2011 - 3.830; 2012 - 3.789; 2013 - 3.777; 2014 - 4.037; 2015 - 4.609; 2016 - 4.881; 2017 - 5.547
Vítimas mortais: 2006 - 120; 2007 - 127; 2008 - 102; 2009 - 102; 2010 - 126; 2011 - 107; 2012 - 104; 2013 - 78; 2014 - 91; 2015 - 73; 2016 - 59; 2017 - 87

Com base nestes dados, calculei dois indicadores:
1) Total de vítimas por 1.000 motociclos segurados: 2006 - 24,4; 2007 - 22,4; 2008 - 19,9; 2009 - 19,2; 2010 - 18,1; 2011 - 18,0; 2012 - 17,2; 2013 - 16,5; 2014 - 17,2; 2015 - 18,2; 2016 - 17,4; 2017 - 18,2
2) Vítimas mortais por 1.000 motociclos segurados: 2006 - 0,73; 2007 - 0,69; 2008 - 0,54; 2009 - 0,52; 2010 - 0,59; 2011 - 0,50; 2012 - 0,47; 2013 - 0,34; 2014 - 0,39; 2015 - 0,29; 2016 - 0,21; 2017 - 0,29

Conclusões:
1) Desde 2010 que o total de vítimas face ao parque de motociclos tem-se mantido estável (entre 16,5 e 18,2 vítimas por 1.000 motociclos). É verdade que há um ligeiro aumento relativamente a 2016 (de 17,4 para 18,2) mas o indicador em 2017 apresentou o mesmo valor em 2015. Aqui sim, pode-se justificar que o aumento, de 2016 para 2017, seja por causa do bom tempo que provavelmente originou mais viagens de motociclos;
2) Desde 2006 que há uma redução sistemática do número de vítimas mortais por 1.000 motociclos segurados (0,73 mortes por 1.000 motociclos em 2006 para 0,21 mortes em 2016). Mais uma vez, é verdade que em 2017 o indicador sobe para 0,29 (o mesmo valor de 2015), mas em 2010 e 2014 morreu-se mais que em 2017 e não me lembro de tanto alarido feito pelo Governo ou pela comunicação social.

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O Ministro devia suportar as suas propostas baseadas em exaustivos estudos que deveriam ser previamente divulgadas. Nada disto foi feito.
Obrigado companheiro pelo breve estudo que, rapidamente, se demonstra que a realidade é bem diferente do apregoado pelo político.
As motivações são outras bem diferentes.
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Offline Silver

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #36 em: 13 de Janeiro de 2018, 15:17 »
"As condições de condução de motociclo são claramente diferentes daquelas que temos num veículo automóvel ligeiro"
Pois são.....nunca vi ninguém a conduzir mota e a pintar os lábios, a comer, a ler o jornal, a atirar objectos pela janela....entre outras coisas.
Nunca vi nenhuma mota a circular com para-choques atados com arames e chapa toda podre....nunca vi uma mota a "cagar" fumo, que um gajo deixa de a ver.....raramente vejo motas estacionadas em lugares de deficientes....nunca vi motas em segunda fila a empatar o transito...etc...etc....etc
Depois vêem-me estes governantes apertar com o pessoal que se desloca em motociclo para meter mais dinheiro ao bolso....Em vez de andarem de grandes Mercedes e BMW  a 200Kmh nas auto estradas, que vão daqui a Bragança por estrada nacional e a cumprir com o código da estrada.....que vejam o estado das mesmas, a falta de marcações, placas, de iluminação, etc
Quem tem carta de mota e conduz uma 125, de certeza que tem noção do que anda a fazer, e um Sr. com 80 anos que tirou a carta de motorizada há 60 anos e conduz um "papa reformas", sabe o que anda a fazer???? mas deu jeito a algum iluminado do governo, que foi meter muito dinheirinho ao bolso com isso, na altura da sua aprovação....
Mas enfim...como diz o ditado..."quem se lixa sempre é o mexilhão"
Abraços....e boas curvas.
Pereira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #37 em: 13 de Janeiro de 2018, 15:42 »

A MP3 Touring é a única scooter no mundo acima de 125 cc que pode ser conduzida por titulares de carta de condução de automóveis ligeiros, já que inclui uma série de modificações, necessárias à sua homologação, como por exemplo, uma faixa frontal de 465 mm ou o sistema de travagem integral, que premite que ambos os travões, dianteiros e traseiros, sejam acionados simultaneamente através de um pedal de travão adicional sobre o apoio para os pés.

Não era essa resposta que queria...
certamente haverá mais iguais a mim que não sabem...

portanto após uma pesquisa
era esta a resposta que queria ler:

https://dre.pt/application/dir/pdf1s/2012/07/12900/0342603475.pdf

para quem não sabe
página 3433 no seu artigo 3º numero 4 d)

pk se um  _policia_ te manda parar e te diz que não tens carta para esse veiculo, e tu sabendo que tens, com esse argumento não sei se ele te manda embora...
mas com o que eu expus se calhar é mais fácil de lhe far a volta...  _pensador_
fica a sugestão...
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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #38 em: 13 de Janeiro de 2018, 18:19 »
Não era essa resposta que queria...
certamente haverá mais iguais a mim que não sabem...

portanto após uma pesquisa
era esta a resposta que queria ler:

https://dre.pt/application/dir/pdf1s/2012/07/12900/0342603475.pdf

para quem não sabe
página 3433 no seu artigo 3º numero 4 d)

pk se um  _policia_ te manda parar e te diz que não tens carta para esse veiculo, e tu sabendo que tens, com esse argumento não sei se ele te manda embora...
mas com o que eu expus se calhar é mais fácil de lhe far a volta...  _pensador_
fica a sugestão...
A alínea que referes é a que também permite a quem tem a carta B (e idade) andar com motociclos da categoria A1 . Por isso nada de novo sobre motociclos e triciclos.

Uma scooter é um motociclo com características próprias, na minha modesta opinião. Sem qualquer menosprezo pelos triciclos, se o vendedor lhe que chamar scooter não tem que ser assim. Também lhe podia chamar Moto4 :)
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Offline Paulo Renato Ferreira

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #39 em: 13 de Janeiro de 2018, 19:10 »
Em aditamento ao meu post acima, e tentado dar mais uma achega a este assunto que a todos nos interessa, venho por este meio deixar-vos o enquadramento legal do que está em causa.

O DL 138/2012 de 5 de Julho - Regulamento de Habilitação para Conduzir, fez uma transposição parcial para o ordenamento jurídico português, da Directiva Comunitária nº2006/126/CE do Parlamento Europeu e do Concelho, de 20 de Dezembro Relativo à Carta de Condução.

Esta Directiva foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia 12/2006 ps. L403/21 e ss.

O Artº 6º da Directiva referida, quanto ao Ordenamento, Equivalência entre Categorias no seu nº 3 define que "Os Estados-membros PODEM CONCEDER para a condução no seu território, as seguintes equivalências:
al. b) Motociclos da Categoria A1 com uma carta de condução da Categoria B.

O Artº 4º da Directiva, caracteriza os veículos da Categoria A1:
- Motociclos ligeiros com uma cilindrada máxima de 125 centímetros cúbicos, uma potência máxima de 11Kw e uma relação potência/peso inferioir ou igual a 0.1Kw/Kg.
- Triciclos a motor com uma potência máxima de 15 Kw


Permitam-me sublinhar que, ao longo de toda a Directiva, é várias vezes referido, literalmente, que todas estas propostas são para "melhorar a segurança rodoviária e facilitar a circulação de pessoas".

nota: O destaque (bold) em PODEM CONCEDER é da minha autoria

Offline symaro

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #40 em: 14 de Janeiro de 2018, 07:39 »
Companheiros, não tenho qualquer duvida que se não houver oposição politica aos senhores que estão com esta ideia, a alteração vai mesmo acontecer.
A minha esperança é que se trate apenas de manobras politicas para a introdução das inspecções periódicas, ou seja, metem tudo em cima da mesa e depois de trabalhosas negociações e suados debates, cedem ambas as partes e aprova-se uma das idiotices... e quem sabe... (dependendo da arte politica dos intervenientes) mais um impostosito para equilibrar a contenda.
Eu já vi isto a acontecer com o famigerado cartão de aplicador de produtos fitofarmacêuticos, quando surgiu o «boato», (estágio em que nos encontramos), os argumentos dos visados eram os mesmos que os nossos, a retroactividade da lei...  os anos que os utentes utilizam o produto (no nosso caso as 125)... as pessoas que tinham os pulverizadores á x anos...etç... o que é certo é que a partir de determinada data passou a obrigatório o seu uso e até os septuagenários voltaram á escola de conduç... perdão... escola agricula, já estou baralhado devido ás semelhanças da situação.
Será que neste caso poderei pedir o cartão emprestado para dar uma voltita com a minha Sylvana? _pensador_

Offline mpaneves

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #41 em: 14 de Janeiro de 2018, 08:42 »
O que sei é que com isso aprovado ,o mercado leva um volta daquelas....
Ninguém mais vai querer uma 125 ou então os construtores deslimitam-nas para mais de 15 CV que é perfeitamente possível mecanicamente,ajustando-as ao mercado ou então ficam as 300 CC a serem as rainhas ...
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Marco Neves

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #42 em: 14 de Janeiro de 2018, 11:57 »
Certamente não serei o único a considerar de "estranhas coincidências" a notícias que surgem em alturas particulares dos ciclos políticos.
Escrever que o número de mortes aumentou, os acidentes aumentaram, os veículos de 2 rodas não fazem inspeções, etc, leva a uma a uma legítima suspeita dos respectivos intervenientes, políticos, empresariais e sectoriais.

Parece fácil considerar que seguradores que vêm os danos de sinistro aumentar, os centros de inspeção que instalaram linhas de inspeção para motociclos, escolas de condução com grande competitividade os preços praticados, associações de pseudo defesa de nteresses, possam estar na mira de serem os impulsionadores de medidas no setor.

No entanto creio que tanto o título deste tópico está incorretos, como as notícias na comunicação social são tendenciosas no uso das palavras do ministro.
Das citações colocadas nesses artigos não li outra coisa que não "formação" e que não será exigível uma total revisão do código. O título do artigo é "carta para motos de 125cm3 pode virá ser obrigatória", que não só é especulativa como é altamente tendenciosa e influenciadora.

Creio será unânime a constatação que veículo ligeiro e motociclo têm características diferentes e, por isso, conhecimentos diferenciados na sua condução.
Sem entrar na apresentação de números, geralmente tendenciosa, dos culpados pelo aumento da sinistralidade ou a sua origem, o facto é que o número de veículos de 2 rodas aumentou e, possivelmente, a "lei das 125" contribuiu de forma significativa para tal.
Mais veículos geram um número mais elevado de acidentes/mortes, devido ao aumento da probabilidade.

Se, como foi comprovado em posts anteriores, o governo PODE conceder a tal equivalência de habilitação legal aos condutores da categoria B, não terá havido uma pressão dos referidos grupos? Afinal é mais um veículo vendido, mais um seguro, mais manutenção, mais equipamento, mais receita, mais  ...
Não parece ter havido contestação na altura a essa medida que pareceu agradar a tantos.

Quanto às questão da formação parece positivo, em especial para quem tem carta Horária e não tem experiência na condução de motociclo. Porque não haver uma formação específica na condução desse veículo de X horas? Não se trata de tirar a carta ou repetir formação integral, seria apenas de adquirir capacidade de domínio mínimo do veículo.

Sobre as inspeções, estas poderiam trazer mais segurança ao parque de veículos em circulação e diminuir a viciação no comércio dos mesmos. O princípio não parece mal. Infelizmente somos permanentemente confrontados com bons princípios que rápidamente  são desvirtuados pelos agentes envolvidos.
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Offline karloxilva

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #43 em: 15 de Janeiro de 2018, 16:19 »
Tenho vindo a sugerir que a intuição do ministro poderia estar enviesada por uma leitura assente apenas em Valores Absolutos de acidentes e acidentados.

Eis que, tal como aqui neste fórum, se mostram os números. Lá está: apreciar apenas os Valores Absolutos de acidentes e acidentados, sem os relacionar com outros itens inevitáveis para se chegar a uma conclusão com valor científico, induz em erro.
Assim, se relacionarmos o número de motociclistas com o número de acidentes que os envolveram [aqui, atenção!, "envolver" um veículo de duas rodas, ou mesmo ter vitimado um motociclista, não diz nada sobre responsabilidade/culpabilidade] poder-se-á, pelo contrário, afirmar que até houve uma diminuição percentual (sublinho o "percentual") do número de acidentes/acidentados. Mas não escolhamos esta "peneira" percentual para "tapar a luz do sol".
É verdade, há demasiados acidentes envolvendo motociclistas.

Só que, uma discussão séria sobre o assunto não se faz a partir dos "estados de alma" do ministro. Claro que tem direito a opinar como todos os outros mas, sendo governante, deveria ter mais cuidado para não escancarar aos "media" a oportunidade de títulos bombásticos e até de promoverem alarme social.
Ainda me lembro daquela dos "Menores a conduzirem motas" e dos comentários afirmando que o governo queria "matar os jovens"...

Não ir atrás da opinião ministerial e do "alarmismo" mediático não significa subvalorizar o que todos nós sabemos que ocorre nas estradas e nas ruas deste país, e em primeira-mão.
Por mais insignificante que seja um número, se nos referimos a perdas de vidas evitáveis qualquer valor toma contornos trágicos.
Deixemos à comunicação social o "importantómetro" vampiresco dos números, falemos de coisas sérias. O ministro teve razão num aspecto: conduzir uma mota não é igual a conduzir um carro.

Uma "cinquentinha" conduzida por um indivíduo com a aparência de ter uma idade bem além daquela em que se usa a mota para dar vazão aos estados hormonais passou um vermelho à minha frente. Apesar da buzinadela assustada de um carro que ia a entrar no mesmo entroncamento, lá continuou a "scooter" imperturbável como se nada se tivesse passado.
Parado, olhei para o semáforo e apercebi-me de que a falta de protecção da incidência da luz solar poderia ter baralhado o homem. Bem poderia ele agradecer à atenção do automobilista não ter acabado no hospital ou noutro lugar mais irremediável.
Mais à frente, lá está ele outra vez. Entra na rotunda por fora e sem pisca algum, "Vai sair na primeira saída", pensei, enquanto me metia pela faixa interna da rotunda para sair na segunda saída.
Não sem antes ver o senhor passar-me à frente com a mesma indiferença com que havia passado o vermelho lá atrás. Afinal não era a primeira, nem a segunda, ia sair na terceira saída... Pelo menos foi coerente com a entrada, também não foi à saída que usou o pisca.
O que o safou (e a mim)? Eu estar à espera que ele fizesse o que fez.
"Reflexo da luz solar", uma ova! O tipo não tinha o mínimo de noção do que estava a fazer!

Como ele, há muitas "cinquentinhas" pilotadas por uma licença de condução obtida com a identificação de dois ou três sinais de trânsito mostrados por um simpático funcionário municipal. Não generalizo, quer pilotos quer funcionários simpáticos, mas já foi assim. "Sabe andar de bicicleta?"

Anos depois, as licenças das "cinquentinhas" já não são "camarárias" mas obrigatórias para os infantes e infantas que perseguem as duas rodas.
Depois, as "125". Carta de Condução há mais de dois anos e 25 anos de idade, e  o mesmo "Sabe andar de bicicleta?"

Só que olho para as bicicletas e apercebo-me que em boa verdade a maioria equilibra-se mas pouca gente sabe andar nelas.
Preocupante, não é?

Vamos discutir o que há a fazer sem tribalismos de quaisquer espécies.
Duas rodas: o dobro da atenção

Offline NunoMiguel

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #44 em: 16 de Janeiro de 2018, 10:36 »
Da publicação: 'Andar de moto' desta semana...

Subscrevo.

Bons andamentos!

O governo acaba de dar aos motociclistas uma boa oportunidade para mostrarem a massa de que realmente são feitos!
Contra qualquer expectativa, e sem qualquer argumento comprovado, o Ministro da Administração Interna decidiu (entre outras medidas) anunciar que vai empenhar-se em fazer anular uma das mais significativas conquistas do motociclismo nos últimos anos: a “Lei das 125”.
Derivada de uma directiva europeia, a “Lei das 125” que permite a qualquer encartado, com mais de 25 anos, conduzir um motociclo com cilindrada até 125cc e menos de 15 cavalos de potência, está por isso em risco!
A “Lei das 125” teve importantes consequências, e sem querer aprofundar as vantagens financeiras para o sector, esta medida foi extremamente importante para que os outros utentes das vias criassem consciência sobre as motos, e apesar de algumas excepções que diariamente se registam, é hoje em dia mais seguro conduzir um veículo de duas rodas no meio do trânsito, do que era antes de 2009, quando a referida lei foi aprovada. Vamos ficar calados? Pela nossa parte não!
Chamamos Ética ao conjunto de coisas que fazemos quando as pessoas estão a olhar para nós. O que fazemos quando não estão a olhar chamamos Carácter.

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Offline davidsantos

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #45 em: 16 de Janeiro de 2018, 20:33 »
Se houver uma valente Manifestação contem comigo........

Offline ruisimoes

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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #46 em: 16 de Janeiro de 2018, 23:59 »
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Re: Governo quer tornar obrigatória carta para motos de 125cm3
« Responder #49 em: 17 de Janeiro de 2018, 18:12 »
Se houver uma valente Manifestação contem comigo........

Podem contar comigo também, mas de uma forma bem organizada para verem que não somos uns cambalhas, como quem sem conhecimento diz argumentos de um cambalha  _lol_