Autor Tópico: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel  (Lida 711 vezes)

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Offline Sapiens21

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TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« em: 17 de Maio de 2017, 11:32 »
TEST-RIDE:
Honda CMX 500 Rebel







Numa ida ao concessionário Honda mais próximo, já sabedor de que por lá tinham acabado de receber a mais recente incursão da marca pelas Custom, dei logo de caras com a Rebel.

E aqui já neste início devo realçar que as Custom Bikes nunca reuniram propriamente o meu maior gosto no estilo de moto.
Há quem goste de motos custom e eu respeito isso, mas no cômputo geral nem todas me chamam muito à atenção.

No caso desta, mesmo sabedor que se insere na gama custom, devo realçar que tem ali um certo toque de jovialidade, por contraponto à esmagadora maioria das motos do género.
Não é que não lhe faltem diversos elementos que claramente a coloquem como uma custom bike, mas o certo é que as suas dimensões e o facto de não ser extravagante na forma como se apresentam os diversos elementos mais marcantes do design, conferem-lhe uma presença capaz de eventualmente até piscar o olho a quem nunca tenha ligado muito a este género de moto.






A compra de um modelo como a Rebel está mais voltado para um estilo de vida e afirmação pessoal do que se pode julgar. É uma moto com uma identidade que pretende ir buscar alguma da rebeldia do seu condutor, mas sem ser excessivamente intromissiva numa catalogação custom.
Existe no seu design uma procura de agradar a um público mais jovem, mas ao mesmo tempo diferente daquele que "ama" a era digital, diferente daquele que procura o design limpo e elegante, diferente das arestas marcadas pelo lado mais desportivo.

O líder do projecto da Honda Rebel - Keita Mikura - que foi também quem esteve por trás da muito exquisite Vultus NM4, procurou dar à Rebel o design intemporal sem esquecer os detalhes que permitiriam visualmente dar-lhe o aspecto contemporâneo.

De uma forma geral e tendo estado a olhar demoradamente para este modelo de diferentes ângulos, sou facilmente levado à ideia que o compromisso conseguido é bastante positivo. É um modelo que não "choca" e que de uma forma fácil consegue trazer - através de pequenos detalhes - uma imagem jovem para o conceito custom.






Vamos ao teste dinâmico...


Inicialmente pensei em fazer o teste de forma rápida, até porque havia outro companheiro (amigo que já conheço há uns anos e também membro no fórum) que desejava muito também a poder testar.
A moto estava nova...completamente nova e acabada de receber momentos antes a sua matrícula. Fui o primeiro cliente a colocar-lhe as mãos...

Acabei por fazer um pouco mais Kms do que estava planeado (fiz 90% estrada e o restante na zona limítrofe da cidade), com apenas 2 curtíssimas paragens para fotos.

Iniciado o test-ride, imediatamente verifico que o banco é francamente baixo...
Aliás, é visível a olho nú que a sua altura contrastava com a totalidade dos modelos que se encontravam no concessionário!!

Tão baixa é a Rebel 500, que os meus 1,81m se sentiram um pouco agigantados em cima da moto, já que me obrigaram a uma posição de pernas que levava a um ângulo mais fechado do que desejava e com os joelhos acima da altura da anca.

Não desfazendo do conforto oferecido pelo banco e que possui uma densidade de espuma que acolhe bem o corpo e convida ao desfrutar da viagem, não deixei ainda assim de sentir logo nos primeiros metros que a Rebel se destinaria a uma utilização mais prazenteira se levada a cabo por condutores com menor estatura do que a minha. É verdade!




Condutores com cerca de 1,75m ou preferencialmente até menos que isso, creio que serão esses o seu maior público-alvo, pois caso contrário a sensação é de facto a de que somos demasiado grandes para a posição que ela nos possibilita, já que a distância entre o banco e as peseiras não permite o "encaixe perfeito", naquilo que pude experienciar para a minha estatura.

Ainda assim e colocando de lado a questão da minha estatura poder ser um pouco acima daquilo que a Rebel me permitia no à vontade necessário à sua condução, não deixei de reparar logo na sua imensa facilidade de condução.

O peso, que só por si mesmo é relativamente baixo - são apenas 190Kg em ordem de marcha - praticamente não se sente, tornando qualquer manobra extremamente fácil. Sim...mesmo quando é necessário movê-la à mão.

A sua pintura em preto, que parecia fazer brilhar todos os seus ferros quando lhe incidia o sol, é designada pela marca por Graphite Black e garantidamente que é a que lhe confere o ar mais custom das 3 existentes, ainda que...e isto na minha opinião, será porventura a cinzenta aquela que melhor resultará no modelo.






E já que falo do "ar custom", não há como deixar de falar no som produzido pelo seu motor bicilindríco paralelo, com 46cv de potência e um binário de 44,6Nm alcançados às 6.000Rpm...

...e o som não desilude!

Segundo a marca, a Rebel tem um sistema de escape do tipo 2-1, com câmara primária e uma câmara de ressonância, que a baixa rotação lhe confere uma espécie de gorgolejar compassado e que varia na sua intensidade e proximidade no "bater" à medida que as rotações sobem.
Não vale a pena estar à espera de um som do tipo Tommy Gun de uma Harley-Davidson Fat Bob, pois isso não o vão encontrar, mas para uma máquina que tem uma cilindrada relativamente modesta e que não aspira a ser mais do que aquilo que é (fácil de conduzir e acessível), o resultado acaba por ser mais do que satisfatório e condizente com o estilo que apresenta.

Já que falei acima de forma breve de algumas características deste bloco, terei de descrever a sensação com que fiquei durante a sua condução...sendo este porventura um dos pontos a que mais valor se dá num qualquer motociclo.






Mas vamos por partes e começando desde já por dizer que quem está à espera que este seja um motor igual ao da CB500F ou da CB500X, ou CBR500R, esqueça porque não é igual. Ou melhor, no fundo é igual...mas não o é!

Eu explico!  :)
O motor em si é o mesmo bicilindrício paralelelo, com refrígeração líquida e com as mesmíssimas dimensões de diâmetro e curso, mas depois foram dadas a este algumas diferenças no carácter e que não se explicam somente na perda de 2 ou 3cv face a estas referidas.
Aliás, em termos de binário a Rebel até o tem curiosamente ligeiramente acima destas, mas aquilo em que se traduz na prática é o de que não é um motor igual.

Parece-me que as próprias relações de caixa estão diferentes e tudo isso ajuda a que o motor seja, digamos...apenas satisfatório para o meu gosto. E repito...para o meu gosto!
Não estou a ser demasiado crítico porque tenho de ver o tipo de cliente que procura um modelo do género e o facto de que uma moto destas não é definitivamente para andar a esgotar relações de caixa, pelo que as acelerações se fazem sem parcimónia e com desenvoltura suficiente para o peso de todo o conjunto, mas sem dali se poder soltar um "Uaaauuu".






Sim, atinge com enorme facilidade a velocidade legal para andar em A.E....e mais se for necessário.
Sim, tem acelerações que não desiludem e até conseguem ser acompanhadas de um som "agradável" em baixas e médias rotações.

Mas este motor e a forma como os engenheiros da marca mexeram no mapa de injecção PGM-FI e o colocaram "ao serviço" da Rebel 500, é diferente daquilo que se consegue com p.ex. a CB500X, onde as rotações permitidas são superiores e até mesmo a elasticidade me dá a clara sensação de ser outra.

A Rebel 500 está casada com este motor e tem uma suave resposta a cada solicitação, porque foi isso que lhe quiseram dar e porque...bem...porque a bem dizer esta é de facto uma moto para velocidades de passeio, para usufruir do trajecto e para fugir de uma certa "colagem" existente em algumas pessoas de que uma moto para ser moto, tem de ser causadora de alguma adrenalina.

A Rebel contradiz este pensamento ou forma de estar no mundo do motociclismo, ao apresentar-se como um veículo voltado para o apreciar de uma deslocação, fazendo-o à sua maneira! E nesse particular diga-se que o faz de forma brilhante, pois quem procura algo fácil e descontraído, sem ter no seu "caderno de encargos" a fogosidade mecânica, então esta moto é capaz de ir ao encontro do pretendido.
Digamos que é uma rebelde com bons princípios... :)






Quanto aos acabamentos e montagem nada a apontar de negativo.
Os comandos estão acessíveis e facilmente operáveis com luvas, não existem barulhos estranhos na condução, a solidez parece estar presente em todos os detalhes do modelo e aparenta ser máquina construída para durar Kms a fio tal como o seu motor, pois não vi nada em que tivesse havido alguma evidência de corte inexplicável na sua qualidade de construção em virtude de ser proposta no mercado por um valor tão competitivo.
Aparenta ser máquina feita para durar, para usufruir todo o ano e não estar parada na garagem ou só andar quando estão mais de 25º e céu limpo.

Quanto ao painel de instrumentos, tenho de confessar que constatei algo que me parece nunca ter visto após todos os test-rides que já fiz a diferentes máquinas...
É que o pequeno painel digital com formato redondo é mais legível quando está sob a luz directa do sol, do que quando não está! Normalmente a dificuldade nas restantes máquinas é ao contrário, criando-se reflexos que dificultam o visualizar da informação, mas na Rebel e porventura por via do tipo de LCD negativo com retro-iluminação a azul de que faz uso - a leitura é muito mais fácil quanto maior a luz que lhe incida, não se notando reflexos.

Já que falo do painel, devo dizer que apesar de digital não lhe falta um estilo minimalista e com o aspecto clássico que o mostrador redondo consegue conferir à moto, não lhe faltando ainda assim o básico.






Mais lá atrás nesta já longa descrição do modelo (é defeito meu, admito), descrevi a posição baixa do banco, mas devo dizer que ao longo de todo o tempo de duração deste teste, não pude deixar de notar que os braços não iam numa posição "estranha", bem pelo contrário. Mesmo tendo de se levar os braços algo estendidos, foi com naturalidade e como se já a conduzisse há anos que levei a cabo este teste...um teste a um estilo de moto custom, com os braços a uma altura suficientemente conservadora e que me parece que não promovem o cansaço com o passar do tempo em condução.

O seu quadro em aço do tipo diamante e colocado muito baixo não está feito para amplitude de curvas e infelizmente o meu teste também não foi exaustivo ao ponto de me "atirar" para curvas, pelo que neste tocante apenas posso prever que cumpra os requisitos, sem no entanto estar naturalmente talhada para uma condução empenhada.

A própria suspensão, com um curso que aparenta ser algo curto (apesar de fazer o seu trabalho sem nada a apontar na forma como promove o conforto de rolamento), não deixará que haja grandes aventuras ou curvas com forte apoio a velocidades mais altas.
Não é algo que lhe esteja também "no sangue", diga-se de passagem...





As jantes são de 16' nas duas rodas e calçadas por uns pneus largos do estilo bobber, que ajudam e muito ao look desta Rebel. Aliás, parecem bem mais largos do que aquilo que as características indicam, parecendo que foram "inchados" bem para lá dos limites da jante, isto sem esquecer um perfil super alto, o que lhe confere de bandeja um aspecto marcante e a ajudar à sensação deixada pelo seu design.
Já que falei nos pneus de estilo bobber, deve realçar-se que a Honda optou por uma marca acima de suspeitas (o conhecido fabricante Dunlop), apesar de...confesso, me ter detido a olhar para o par de indicações "Made in Indonesia" e também "Sumi Rubber Indonesia" no flanco dos pneus. Pensei para mim que são tempos de forte globalização... :)

Quanto à travagem... Sim, experimentei, gostei do tacto proveniente das manetes e os travões funcionam perfeitamente no modelo em questão. Com discos nas duas rodas e sistema ABS de 2 canais (que não levei ao ponto de accionar), a Rebel consegue imobilizar-se de forma determinada e sem alongar a travagem.

Notas finais para a iluminação, que segue o estilo clássico de lâmpada no farol frontal (neste caso de 55W), relativamente à qual e para o caso em concreto - dado o apelo mais jovial deste modelo - não me chocaria vê-la com LED's na iluminação e a seguir a tendência das motos mais recentes. Quem sabe se no futuro não se verifique isso mesmo...






Outra nota para a posição e formato da "cabeça do motor" no lado direito, levando a que se circule com a zona lateral inferior da perna um pouco encostada à mesma. Vale ainda assim o facto de a maca ter colocado uma cobertura plástica que evita por completo a possibilidade de queimaduras ou aquecimento notório.

E mais uma nota para o consumo deste motor, que a marca indica como sendo capaz de consumir uma média de apenas 3,8L/100Kms, valor que me parece perfeitamente exequível por aquilo que tenho lido por parte de proprietários de motos com o mesmo motor.

Enquanto estava a preencher o questionário e a colocar cruzinhas na nota atribuída a cada parâmetro avaliado, perguntei pelo preço que já me tinha chegado ao conhecimento e que ali se confirmou...
São uns mais do que simpáticos €6.000 de moto (acrescidos de despesas) e que no final do teste me convenceram de que são mais do que justos.






Sopesadas todas as características da máquinas em questão e agora que reflicto sobre o teste que fiz (com a qual voltei a ter contacto passados 2 dias do primeiro teste), devo dizer que se enquadra perfeitamente num chavão na língua inglesa e que lhe assenta que nem uma luva: "Good Value for Money".

Uma máquina como esta tem de ser analisada no devido enquadramento e é por isso que depois de a ter entregue bem quente para o condutor seguinte e que já me aguardava há mais tempo do que o previsto, percebi...e já com ela desligada, que é perfeitamente possível "dar a volta" a um gosto algo distante das custom (que tinha antes do teste), para passar a um olhar mais interessado e agora um pouco mais conhecedor daquilo que se sente aos comandos de uma.

O ser minimalista na forma como se apresenta não lhe é neste caso uma desvantagem, mas sim uma afirmação de que procura um condutor que a aprecie exactamente como é, sem artificialismos ou rasgos que lhe retirem aquilo que não pretende ser.
A Rebel é no fundo e como disse lá mais atrás....uma rebelde com bons princípios. :)



Obrigado ao concessionário Motodiana, à sua gerência e colaboradores, por este proporcionar de test-ride em que fui o primeiro cliente ali a experimentá-la.


« Última modificação: 18 de Maio de 2017, 19:49 por Sapiens21 »

Offline M.F.

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #1 em: 17 de Maio de 2017, 12:01 »
Amigo Sapiens21, muito obrigado pela excelente descrição do teste-ride, quase nos sentimos no teu lugar, pela explicação muitíssimo bem detalhada, algo que já te é habitual.

Bem hajas, um grande abraço👍

Enviado do meu Samsung através de Tapatalk

O condutor de uma Virago será sempre um condutor do carago! _slb_

Marcial Ferreira
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Offline Castanheiro

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #2 em: 17 de Maio de 2017, 12:49 »
Grande análise.

Obrigado

Offline fastnet

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #3 em: 17 de Maio de 2017, 13:00 »
Bom relato Sapiens21.
No passado fds tive oportunidade de testar o modelo. Essencialmente curiosidade, uma vez que não me parecia ser modelo que combinasse comigo.
Fui mais uma experiência em 2 rodas.

A rebel 500 tem linhas simples, mas acaba por chamar a atenção pelo depósito elevado relativamente ao condutor e às rodas com pneus "volumosos", nada de cromados ou escapes de debitar estridentes decibéis.
O modelo é realmente muito baixo, tenho 1,72m, e mesmo assim fiquei com as pernas bem dobradas. Penso que a posição dos pedais tem a sua influencia, aqui não se tem as pernas esticadas para a frente, apenas uma posição mais normal que sobre com a baixa altura do assento.
O posição do guiador leva, consoante altura e restante morfologia, a uma pequena inclinação do tronco para a frente.
O piloto tem um banco confortável, não testei o do pendura, permitindo uns belos passeios sem grande cansaço.
O motor é bastante simpático para o modelo, elástico qb e ronco agradável. Dentro das velocidades legais o vento não é problemático, a zona do peito fica parcialmente protegida pelas zonas do farol e depósito combustível.
Pedais grandes e fácil manuseamento, caixa sem deficiências ou dificuldades de utilização.
Pelo grande pneu dianteiro tive de reaprender a negociar curvas, o motor e travões cumprem com eficiência nas curvas de sintra.
O maior volume da tampa direita do motor provoca algum incómodo, a zona do tornozelo está sempre lá encostado e é difícil encostar a perna ao tanque. A tampa tem uma proteção plástica para evitar riscos do calçado e aquecimento/queimadura ao piloto.
Achei a rebel 500 uma proposta simples, séria e divertida dentro do género  _pol_
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Offline Sapiens21

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #4 em: 17 de Maio de 2017, 23:57 »
Obrigado pelo vosso feedback ao test-ride.  _pol_

Offline AmilcarGamelas

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #5 em: 18 de Maio de 2017, 11:45 »
 8)

Bela mota.

fez-me relembrar, quando tirei carta de mota em 1996, a minha primeira foi um Honda CMX 250 Rebel  _pol_

com a tecnologia atual e com motor 500... _pol_

Boas Curvas

Offline Sapiens21

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #6 em: 18 de Maio de 2017, 19:53 »
Tiraste então a carta e adquiriste logo uma moto pouco vista por cá.  _pol_ _pol_
Pelo menos eu nos últimos anos não me membro de ver nenhuma...

Já as velhinhas CB's 500...essas "vingaram no mercado" como é sabido. E ainda se vêm bastantes...  :)

Offline AmilcarGamelas

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #7 em: 19 de Maio de 2017, 09:57 »
quando todos compravam Yamaha Virago eu tinha que ser diferente e optei pela Honda Rebel  8)

aqui na Madeira, também devem ser apenas umas 3 ou 4 motas destas a circular, é um modelo raro.
no passado dia do motociclista, via a que era minha, ainda é o mesmo proprietário que comprou  a mim  _convivio_
o motor é o da antiga Honda CB 250 de 2 cilindros, muito suave  _pol_
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Offline antoniopat

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Re: TEST-RIDE: Honda CMX 500 Rebel
« Responder #8 em: 26 de Maio de 2017, 11:45 »
A moto até está engraçada, mas, gostava mais das CTX.

Boa review.
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